Coisas que vem à cabeça na hora de dormir ou assim que acordo. O que escrevo em um pedaço de papel qualquer quando estou dentro do ônibus ou na frente da televisão agora será dividido com quem gosta – ou não – de minha forma de me expressar.

Arquivo do mês: janeiro 2013

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 Sábado, 12 de Janeiro de 2013

 Hoje é dia 12 e daqui doze dias faço 19. Legal! 19. 1 e 9… nada de especial em fazer 19 anos, né? Quando a criança faz 1 aninho, é especial por ser o primeiro ano da vida dela. Para as meninas, os 15 anos são importantes por conta de toda aquela história de deixar de ser uma menina e se tornar uma mulher. Os 18 têm um peso de responsabilidade. Os 19? Nada. Ninguém liga para os 19! 

  Não tive festa de um ano. Minha única festinha de aniversário na infância foi quando fiz quatro anos. Foi surpresa! Eu lembro muito pouco sobre esse dia, mas graças a Deus tenho um dvd com a festa gravada que assisto sempre que tenho saudade! Na adolescência, outra festa surpresa! Dez anos depois. Eu tinha 14 anos e lembro de ter ficado bem sem graça com todos a minha volta gritando meu nome.

  Não tive festa de 15 anos. Não senti falta disso e não sinto até hoje. Não acredito muito nessa coisa de “com 15 anos, sou uma mocinha” “com 18, a responsabilidade aumenta” e todo esse blá, blá, blá! Sei lá, acho que a pessoa deve, desde cedo, saber quais são suas responsabilidades, deveres, direitos… seja com 15, 18 ou 60 anos.

  Aos – quase – 19, eu só penso em fazer 21 anos! Sim, estou pulando etapas! Com 21, se Deus quiser, viajarei para algum lugar dos Estados Unidos e farei meu intercâmbio de um ano. Quem sabe dois? Ainda não sei. Por agora, preciso fazer os 19 anos, perder uns quilinhos, arrumar um emprego, juntar uma grana, tirar habilitação… acho que quando cumprir minha listinha já estarei com 21! Sem pressa, vivendo um dia de cada vez!

 

Ps.: É claro que a foto do bolo não é minha, peguei da internet para me sentir um pouco mais feliz por estar fazendo 19! 🙂

 


Ano novo

  2012 se foi, 2013 chegou. Todo mundo faz planos para o ano que se inicia. Já estamos no terceiro dia do ano e eu nem percebi que já era ano novo. A cada vez que alguém chega em mim e me diz “Feliz Ano Novo!”, eu paro e penso “Nossa, já é 2013? mas o Natal natal mal passou!”.

  Esse ano, diferente dos outros, eu não comecei com toda aquela coisa de “ano novo, vida nova”. Ano novo, mesma vida. Sou a mesma Carol, com os mesmos problemas, as mesmas vontades, o mesmo endereço. Não posso ignorar o ano que passou e fingir que agora tudo é diferente. Só será diferente quando eu decidir mudar. E eu decidi. Tenho um novo método para começar esse ano: “Ano novo, expectativas novas”. Expectativa:  Esperança fundada em promessas, viabilidades ou probabilidades. Entende agora? Viabilidades ou probabilidades. Coisas que são possíveis! Não posso começar um ano achando que ficarei sentada enquanto as coisas caem do céu diretamente no meu colo. Tenho de pensar em coisas viáveis, possíveis para o momento em que vivo e é isso o que estou fazendo. Vejo pessoas que começam o ano fazendo promessas incabíveis e esperando que tudo aconteça como num passe de mágica e quando o ano termina, reclamam de que nada aconteceu conforme o combinado, que o ano – com o perdão da palavra – foi uma droga, que a vida é injusta e toda essa baboseira de quem nem tentou e já desistiu.

  Prometo que esse ano farei menos promessas. Prometo que esse ano prometerei apenas o que é viável e possível. Prometo correr atrás das minhas promessas. Prometo não desistir sem tentar.

Um ano novo viável e possível para você!