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Sempre a mesma coisa: O diálogo começa em “Está namorando?” passa por “Tem saído bastante?” e logo em seguida vem “Mas você só fica em casa? Não namora? Não fica com ninguém?” e aí adivinha? Vem aquela expressão de “que dó!” depois de todas as respostas serem “não”. Mas quer saber mesmo a verdade? Eu sou assim! Eu quero ser assim! Prefiro mil vezes um filme no silêncio da minha casa ao estar em um lugar barulhento cheio de pessoas que eu não conheço. Há algum erro nisso?

Será mesmo que eu tenho que ser como a maioria dessas garotas que ficam com um e com outro sem ao menos saber o nome de quem beija? Não. Não mesmo. Eu faço planos para amanhã… e para depois de amanhã. Não tenho vocação para ser mãe aos vinte… ou antes disso. Não tenho vocação para me sentir satisfeita apenas com o que a vida me dá. Eu quero mais e é em busca disso que eu vou a cada parágrafo escrito com a vontade de que um dia meu livro seja publicado. É em um futuro melhor e independente que eu penso enquanto faço cursos pela internet e corro atrás de tudo o que quero para minha vida.

Aí, mesmo depois disso, você ainda vem me dizer que eu não sei viver a vida?  Ei, espere um pouco! Sua vida é cheia de nada! Sim. Um monte de nada. Hoje você sai com seus amigos, enche a cara, gasta sua grana e amanhã?  Amanhã você vai estar se perguntando o que aconteceu noite passada, pois bebeu tanto que não se lembra do que aconteceu. Ah, também tem a ressaca. Valeu mesmo a pena? O que você quer para o seu futuro? Mais do mesmo?

É por isso que eu digo: Não tenha dó de mim. Eu não sou uma pobre coitada. Eu escolhi ser assim. Esse é meu estilo de vida e essa é a vida que eu amo!

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